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segunda-feira, 1 de abril de 2013
A química dos cosméticos
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Os materiais puros...
Na prática, quase todos os materiais têm algumas impurezas. É muito difícil obter um material quimicamente puro.
O diamante é um material puro, constituído apenas por carbono.
Os diamantes são muito valiosos devido a diversos fatores:
_ são raros;
_ são o material mais resistente que ocorre naturalmente;
_ são belos.
Os diamantes têm muitas outras aplicações para além da joalharia. Os gumes das serras para corte de materiais muito resistentes, como a pedra, são geralmente incrustados de diamantes.
O diamante é um material puro, constituído apenas por carbono.
Os diamantes são muito valiosos devido a diversos fatores:
_ são raros;
_ são o material mais resistente que ocorre naturalmente;
_ são belos.
Os diamantes têm muitas outras aplicações para além da joalharia. Os gumes das serras para corte de materiais muito resistentes, como a pedra, são geralmente incrustados de diamantes.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 14 de maio de 2012
A química dos portáteis
Pode parecer que um vulgar computador portátil e a química vivem em mundos diferentes, mas na verdade a própria existência dos portáteis apenas é possível graças a importantes desenvolvimentos da química.
Há química em muitos dos componentes de um computador, mas hoje vamos falar da química escondida em algo muito visível: os monitores planos LCD, aos quais os “portáteis” devem a sua forma plana e… portátil!
LCD é o acrónimo de Liquid Crystal Display, ou Monitor de Cristal Líquido.
Mas o que são cristais líquidos? O nome parece uma contradição! Normalmente consideramos o cristal um material sólido (como um diamante!) e não um líquido…
Nos materiais cristalinos, as partículas têm posições e orientações fixas, como os soldados numa parada, e por isso os classificamos como sólidos. Já os líquidos são como uma multidão desordenada, e as partículas mudam de posição e de orientação.
Mas há substâncias que apresentam simultaneamente a estrutura de um líquido e de um sólido, como os cristais líquidos.
Eu explico melhor: se atirarmos várias moedas para uma caixa de vidro e as observarmos olhando de cima, vemos uma distribuição de moedas desorganizada, como as moléculas num líquido. Mas, se olharmos de lado, vemos que as moedas se dispõem preferencialmente na horizontal, em camadas sucessivas, tão organizadas como as moléculas num cristal.
Esta dupla qualidade confere aos cristais líquidos propriedades óticas especiais. Escolhendo as moléculas adequadas, podemos construir um LCD: o alinhamento muito preciso das moléculas por aplicação de uma corrente elétrica permite a produção de imagens numa superfície plana pela passagem de luz através dos cristais líquidos e filtros coloridos.
Há química em muitos dos componentes de um computador, mas hoje vamos falar da química escondida em algo muito visível: os monitores planos LCD, aos quais os “portáteis” devem a sua forma plana e… portátil!
LCD é o acrónimo de Liquid Crystal Display, ou Monitor de Cristal Líquido.
Mas o que são cristais líquidos? O nome parece uma contradição! Normalmente consideramos o cristal um material sólido (como um diamante!) e não um líquido…
Nos materiais cristalinos, as partículas têm posições e orientações fixas, como os soldados numa parada, e por isso os classificamos como sólidos. Já os líquidos são como uma multidão desordenada, e as partículas mudam de posição e de orientação.
Mas há substâncias que apresentam simultaneamente a estrutura de um líquido e de um sólido, como os cristais líquidos.
Eu explico melhor: se atirarmos várias moedas para uma caixa de vidro e as observarmos olhando de cima, vemos uma distribuição de moedas desorganizada, como as moléculas num líquido. Mas, se olharmos de lado, vemos que as moedas se dispõem preferencialmente na horizontal, em camadas sucessivas, tão organizadas como as moléculas num cristal.
Esta dupla qualidade confere aos cristais líquidos propriedades óticas especiais. Escolhendo as moléculas adequadas, podemos construir um LCD: o alinhamento muito preciso das moléculas por aplicação de uma corrente elétrica permite a produção de imagens numa superfície plana pela passagem de luz através dos cristais líquidos e filtros coloridos.
Assim, os avanços da química (e da tecnologia) permitiram a construção dos indispensáveis monitores planos dos nossos computadores portáteis, ‘tablets’ e ‘palmtops’.
Etiquetas:
cristais líquidos,
lcd,
portáteis,
quimica
A Química dos descafeínados...
O “descafeinado” é mais um bom exemplo da presença da Química no nosso dia a dia.
O primeiro processo para obter o café descafeinado passava por lavar os grãos de café com um solvente orgânico - idêntico aos solventes das tintas e vernizes – que dissolvia bem a cafeína… mas que dissolvia também os compostos que dão aroma e sabor ao café, deixando-o…sem aroma nem sabor! Além disso, havia sempre o perigo da presença de resíduos do solvente nos grãos, com os consequentes efeitos nefastos para quem procurava esta forma supostamente mais saudável do café.
A situação mudou com a descoberta dos fluidos supercríticos e das suas propriedades como solventes.
Explicando melhor, vamos falar das alterações de estado da matéria com a pressão e a temperatura. Por exemplo, à pressão e temperatura ambiente, o dióxido de carbono é um gás, mas com o aumento da pressão pode passar a líquido, e se baixarmos a temperatura passa a sólido. Se aumentarmos a temperatura e a pressão, atinge um novo estado, o de fluido supercrítico – passando a apresentar propriedades de líquido e de gás. Ou seja, um gás com a densidade de um líquido.
Hoje em dia, a cafeína é retirada do café por lavagem com dióxido de carbono supercrítico, em condições em que este dissolve a cafeína, mas não os aromas do café. Quando o café, já descafeinado, regressa à pressão ambiente, todos os resíduos de dióxido de carbono se evaporam. E mesmo que alguns vestígios permaneçam, não representam qualquer problema para a saúde, já que o dióxido de carbono faz parte do nosso metabolismo.
Assim, graças aos desenvolvimentos da Química, os consumidores podem saborear o gosto e o aroma do café sem os efeitos secundários da cafeína.
O primeiro processo para obter o café descafeinado passava por lavar os grãos de café com um solvente orgânico - idêntico aos solventes das tintas e vernizes – que dissolvia bem a cafeína… mas que dissolvia também os compostos que dão aroma e sabor ao café, deixando-o…sem aroma nem sabor! Além disso, havia sempre o perigo da presença de resíduos do solvente nos grãos, com os consequentes efeitos nefastos para quem procurava esta forma supostamente mais saudável do café.
A situação mudou com a descoberta dos fluidos supercríticos e das suas propriedades como solventes.
Explicando melhor, vamos falar das alterações de estado da matéria com a pressão e a temperatura. Por exemplo, à pressão e temperatura ambiente, o dióxido de carbono é um gás, mas com o aumento da pressão pode passar a líquido, e se baixarmos a temperatura passa a sólido. Se aumentarmos a temperatura e a pressão, atinge um novo estado, o de fluido supercrítico – passando a apresentar propriedades de líquido e de gás. Ou seja, um gás com a densidade de um líquido.
Hoje em dia, a cafeína é retirada do café por lavagem com dióxido de carbono supercrítico, em condições em que este dissolve a cafeína, mas não os aromas do café. Quando o café, já descafeinado, regressa à pressão ambiente, todos os resíduos de dióxido de carbono se evaporam. E mesmo que alguns vestígios permaneçam, não representam qualquer problema para a saúde, já que o dióxido de carbono faz parte do nosso metabolismo.
Assim, graças aos desenvolvimentos da Química, os consumidores podem saborear o gosto e o aroma do café sem os efeitos secundários da cafeína.
A Química das tatuagens
Há quem goste e quem deteste, mas poucos lhes ficam indiferentes. As tatuagens são uma forma de afirmação individual e a sua popularidade tem crescido recentemente.
Conhecidas desde há mais de 5 mil anos, as tatuagens têm evoluído com tempo e começam agora a dar um passo decisivo de mudança, graças ao desenvolvimento da química: com as novas tintas removíveis, as tatuagens perdem a sua característica mais marcante – vão deixar de ser um compromisso para toda a vida.
As tintas para tatuagem são normalmente obtidas por suspensão de um corante num líquido apropriado: água, álcool, glicerina ou uma mistura destes. Os corantes variam muito na sua composição e os mais usados são relativamente inócuos. As tintas pretas são normalmente óxidos de carbono, enquanto as azuis são obtidas com sais de cobre ou óxidos de cobalto. O branco pode ser dióxido de titânio, óxido de zinco ou carbonato de chumbo. Estes compostos são estáveis sob a pele e a tatuagem é definitiva.
As tintas removíveis têm uma filosofia completamente diferente: são baseadas em corantes que podem ser absorvidos e degradados pelo organismo. O corante absorvível é envolvido numa cápsula transparente que garante a sua permanência na pele, enquanto o dono da tatuagem assim o desejar. A cápsula protetora é feita de um material sensível à luz, que se decompõe quando irradiado com um laser apropriado.
Deste modo, quando o feliz proprietário desta tatuagem decide removê-la, só tem de usar um laser adequado para degradar as cápsulas protetoras, libertando assim, as moléculas de corante. Estas são depois absorvidas e metabolizadas pelo organismo e em algumas horas a tatuagem desaparece sem deixar qualquer marca!
Um avanço importante para quem prefere o que é temporário e volúvel…
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domingo, 22 de abril de 2012
sábado, 31 de março de 2012
A QUÍMICA do sono...
Todos sabemos a importância de uma boa noite de sono. O que nem todos sabem é que alternância entre o dormir e estar acordado resulta da ação combinada de diversas substâncias químicas no nosso cérebro.
E entre as mais importantes estão a adenosina e a melatonina, duas substâncias com um papel muito ativo na regulação do sono. Vamos perceber porquê?
A QUÍMICA do verniz das unhas...
O verniz para as unhas é um exemplo interessante quando se quer mostrar a importância da química no nosso dia a dia, através de exemplos inesperados…
Pois bem, sabias que os vernizes para as unhas são uma verdadeira receita química estudada ao pormenor? Queres ver?
A verdadeira química na ponta dos seus dedos, que traz mais charme à tua vida!
terça-feira, 13 de março de 2012
A Química dos Post-its...
São inúmeros os materiais que fazem parte do dia a dia e aos seria impossível ter acesso sem uma "ajudinha" da Química.
A investigação nem sempre é feita de sucesso e neste caso o fracasso tornou-se num sucesso que passou a fazer parte da nossa vida quotidiana.
Estão espalhados por todo o lado, colados nas portas, nos computadores, nos frigoríficos e até nas pessoas, e deixaram de ser apenas quadradinhos de papel amarelo para ganharem muitas formas e muitas cores: são os “Post-it”®, os papelinhos que colam e descolam.
Hoje em dia são dos materiais de escritório mais vendidos no mundo. Um fracasso da química que veio facilitar o nosso dia a dia!
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
NAPO e as substâncias químicas
Para trabalhar com substâncias químicas é necessário ter alguns cuidados na sua utilização. Os sinais indicados nos rótulos das embalagens dão-nos informações relativamente aos procedimentos a adotar ao manuseá-los. NAPO vai ajudar-te a compreender melhor quais são esses procedimentos... ;-)
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